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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Análise da trilogia


Não gosto de trilogias. Não são tão curtas para que não nos apeguemos aos personagens, mas não chegam a nos dar tempo suficiente para nos despedirmos da forma correta daquelas pessoinhas que fazem parte da nossa vida durante o tempo em que as conhecemos bem. Mas, se quer saber, Jogos Vorazes me surpreendeu. Terminei a série há alguns dias e o desfecho me agradou em muito. Lá estava eu, como uma boba, esperando por um daqueles finais ao estilo Hollywood: "e viveram felizes para sempre", mas fiquei em choque com as tragédias que a coitadinha da Katniss tem que suportar. Aí então me dei conta de que na verdade isso nos ensina uma lição importante: nada é perfeito!O primeiro livro é mais uma preparação para os acontecimentos extraordinários pelo qual a garota terá que passar nos outros dois. O segundo livro,em especial foi o melhor, já que ela tem que lidar com a fúria do Capitol e tentar conter a agitação dos distritos, que a consideram agora o Mockingjay símbolo da rebelião,ao se negar a aceitar o desfecho do Capitol no primeiro livro.O terceiro,então,teve um desfecho glorioso pela forma realista, dentro do possível, com que lidou com a heórica história de Panem e uma garota que estava em chamas.  Não vou negar que torci o tempo inteiro por Peeta, que realmente me conquistou com o modo altruísta com que a tratou durante os Hunger Games e depois no....enfim...vá ler os livros!

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Decadencia...


Decadente mente retrogáda
Rebobinando todas as voltas
Em que se escondem nossas histórias
Ao ponto de partida retorna  
De novo não- a garota implora
Mas já é tarde,a mente a ignora
A noite vai se despedindo das estrelas
No horionte o dia renasce
Renovando a velha tristeza
Acho que ele é um inventor
Um grande mágico,ou seja lá o que for
A todo instante me faz voltar a fita
As palavras há muito ditas
Hoje vazias e ressentidas
Voltar ao beijo de despedida
Minucioso e sem malícia
Vou dar pause nisso tudo
Por ordem no absurdo
Caos mental em que me encontro
Vendo voce por todos os cantos
-Decadencia aos prantos-